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Nuvem de Testemunhas · Personagem bíblico

Abraão: quando as suas falhas parecem maiores que a promessa de Deus

Abraão creu em Deus e caiu de novo no mesmo erro. A história dele, contada sem esconder nada, para quem sente que as próprias falhas são maiores que a promessa de Deus.

Quem foi

Abraão, o homem que creu e foi chamado amigo de Deus

  1. Gênesis 12:1-4: aos setenta e cinco anos, deixa Harã pela fé, sem saber para onde ia.
  2. Gênesis 15:5-6: crê na promessa de Deus, e isso lhe é creditado como justiça.
  3. Gênesis 21:1-5: nasce Isaque, o filho da promessa, quando Abraão tinha cem anos.
Tenda de pelos de cabra no deserto sob um céu imenso e estrelado, com a brasa fraca de uma fogueira à entrada

Talvez você esteja lendo isto à noite, depois de reconhecer que caiu de novo no mesmo erro. Você crê em Deus de verdade. Mesmo assim, olha para trás e vê uma mentira dita para se proteger, uma decisão apressada que machucou alguém da sua casa, e agora a mesma queda, anos depois, quando você achava que já tinha aprendido. E a pergunta aparece: a minha fé ainda vale alguma coisa diante de Deus?

A Bíblia guarda a história de um homem que creu em Deus e repetiu, anos depois, o mesmo erro. Ela conta tudo sem esconder nada. E, página após página, mostra um Deus mais fiel às suas promessas do que Abraão jamais foi.

O mundo em que Abraão viveu

Abraão veio de uma família que não conhecia o Senhor. Séculos depois, Josué lembraria ao povo que os seus antepassados, “inclusive Terá, pai de Abraão e de Naor, viviam além do Eufrates e prestavam culto a outros deuses” (Josué 24:2, NVI). A família morou em Ur dos caldeus e depois em Harã.

Era um mundo de tendas, rebanhos e servos, em que as famílias se deslocavam atrás de pasto e de água. Um filho era a continuação do nome e da herança, e uma casa sem herdeiro ficava sem futuro. Havia também um costume da época: a esposa sem filhos dava a sua serva ao marido, e a criança que nascesse era contada como dela. Leis antigas da Mesopotâmia, como o Código de Hamurábi, preveem esse arranjo. Esse detalhe vai pesar na história.

Um chamado para sair

Foi nesse mundo que Deus falou: “Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei” (Gênesis 12:1, NVI). Com o chamado veio uma promessa enorme, que alcançava muito além de uma família: “por meio de você todos os povos da terra serão abençoados” (Gênesis 12:3, NVI).

“Partiu Abrão, como lhe ordenara o Senhor” (Gênesis 12:4, NVI). Ele tinha setenta e cinco anos. A carta aos Hebreus diz que isso já foi fé: “Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu e dirigiu-se a um lugar que mais tarde receberia como herança, embora não soubesse para onde estava indo” (Hebreus 11:8, NVI). Daí em diante ele viveu em tendas, como estrangeiro na própria terra prometida, numa fidelidade de dias comuns.

A primeira mentira

Pouco tempo depois, a fome levou Abraão ao Egito. Na chegada, ele disse à mulher: “Bem sei que você é bonita. Quando os egípcios a virem, dirão: ‘Esta é a mulher dele’. E me matarão, mas deixarão você viva. Diga que é minha irmã, para que me tratem bem por amor a você e minha vida seja poupada por sua causa” (Gênesis 12:11-13, NVI).

Sara foi levada para o palácio do faraó. O homem que tinha recebido a promessa pôs em risco a mulher com quem a promessa se cumpriria, para proteger a própria vida. A Bíblia não suaviza a cena. E conta quem agiu: “Mas o Senhor puniu o faraó e sua corte com graves doenças, por causa de Sarai, mulher de Abrão” (Gênesis 12:17, NVI). Um rei pagão precisou repreender o homem de fé: “O que você fez comigo? Por que não me falou que ela era sua mulher?” (Gênesis 12:18, NVI). Naquele dia, quem guardou Sara e a promessa foi o próprio Deus.

Olhe para o céu e conte as estrelas

Algum tempo depois, o Senhor falou a Abraão numa visão: “Não tenha medo, Abrão! Eu sou o seu escudo; grande será a sua recompensa!” (Gênesis 15:1, NVI). Abraão continuava sem filhos, e disse isso a Deus com franqueza.

“Levando-o para fora da tenda, disse-lhe: ‘Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode contá-las’. E prosseguiu: ‘Assim será a sua descendência’.” (Gênesis 15:5, NVI)

Imagine aquele céu do deserto, sem nenhuma luz de cidade. E o versículo seguinte é o que abre esta página: “Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça”.

Abraão já cria em Deus desde Harã. Gênesis 15:6 é o lugar em que a Escritura declara o que Deus fez com essa fé: lançou-a na conta de Abraão como justiça. Creditar é pôr na conta de alguém o que ele não ganhou trabalhando. Paulo explica assim: “àquele que não trabalha, mas confia em Deus, que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça” (Romanos 4:5, NVI). Deus declarou justo um homem que já tinha mentido no Egito e que ainda ia cair outras vezes.

Então Abraão fez uma pergunta: “Ó Soberano Senhor, como posso saber que tomarei posse dela?” (Gênesis 15:8, NVI). Deus respondeu com uma aliança. Mandou preparar animais e parti-los ao meio, como se fazia nas alianças daquele tempo, em que as partes passavam entre os pedaços. Mas, quando chegou a hora, quem passou foi só Deus.

“Depois que o sol se pôs e veio a escuridão, eis que um fogareiro esfumaçante, com uma tocha acesa, passou por entre os pedaços dos animais.” (Gênesis 15:17, NVI)

Abraão não passou. Pouco antes, ao pôr do sol, ele tinha sido “tomado de sono profundo” (Gênesis 15:12, NVI). “Naquele dia o Senhor fez a seguinte aliança com Abrão” (Gênesis 15:18, NVI). Os comentaristas Keil e Delitzsch observam que só Deus passou entre os pedaços, porque o homem não estava em pé de igualdade com ele, e foi Deus quem estabeleceu a comunhão pela sua promessa. Enquanto Abraão dormia, o Senhor se comprometeu sozinho.

O momento decisivo

Numa noite no deserto, Deus levou Abraão para fora da tenda e lhe mostrou as estrelas. Abraão creu, e Deus lhe creditou justiça. Depois, enquanto ele dormia, a chama de Deus passou sozinha entre os pedaços dos animais. Nessa noite ficou decidido o que sustentaria a vida inteira de Abraão: a promessa repousava na palavra de Deus, e Deus tinha empenhado a si mesmo por ela.

Hagar e o Deus que vê

A promessa tinha sido feita, e o filho não vinha. Sara teve uma ideia segundo o costume da época: “Já que o Senhor me impediu de ter filhos, possua a minha serva; talvez eu possa formar família por meio dela”. E o texto acrescenta: “Abrão atendeu à proposta de Sarai” (Gênesis 16:2, NVI). A serva era uma egípcia chamada Hagar. Ela engravidou, e a casa se encheu de conflito.

Quando Sara se queixou, Abraão se eximiu: “Sua serva está em suas mãos. Faça com ela o que achar melhor” (Gênesis 16:6, NVI). O mesmo versículo termina assim: “Então Sarai tanto maltratou Hagar que esta acabou fugindo”. Abraão se omitiu, e quem pagou foi a mais fraca da casa, uma estrangeira grávida.

No deserto, porém, Deus foi ao encontro de Hagar. E ela, maltratada e sozinha no deserto, deu ao Senhor um nome: “Tu és o Deus que me vê” (Gênesis 16:13, NVI). Se você já foi a pessoa ferida pela decisão de outro, guarde esse nome.

Uma promessa grande demais

Ismael nasceu quando Abraão tinha oitenta e seis anos (Gênesis 16:16). Treze anos depois, Deus voltou a falar. Mudou o nome de Abrão para Abraão, “porque eu o constituí pai de muitas nações” (Gênesis 17:5, NVI). Abrão quer dizer pai exaltado; Abraão, pai de muitas nações. Sarai também recebeu um novo nome: Sara. Deus deu a ele um nome do tamanho da promessa, quando ele ainda tinha um único filho, e não era o filho prometido.

Quando ouviu que Sara teria um filho, “Abraão prostrou-se, rosto em terra; riu-se e disse a si mesmo: ‘Poderá um homem de cem anos de idade gerar um filho? Poderá Sara dar à luz aos noventa anos?’” (Gênesis 17:17, NVI). Ele estava prostrado diante de Deus quando riu. Calvino vê nesse riso alguém em parte erguido pela alegria e em parte arrebatado de admiração. A pergunta que o Senhor faria pouco depois responde a tudo: “Existe alguma coisa impossível para o Senhor?” (Gênesis 18:14, NVI).

O mesmo erro, anos depois

Então vem a página mais dolorosa. Em Gerar, muitos anos depois do Egito, já perto dos cem anos, Abraão fez de novo a mesma coisa: “Ele dizia que Sara, sua mulher, era sua irmã. Então Abimeleque, rei de Gerar, mandou buscar Sara e tomou-a para si” (Gênesis 20:2, NVI). De novo, Deus interveio para proteger Sara, e de novo um rei estrangeiro pediu explicações.

A resposta de Abraão tinha duas desculpas. A primeira: “Certamente ninguém teme a Deus neste lugar, e irão matar-me por causa da minha mulher” (Gênesis 20:11, NVI). A segunda: “na verdade ela é minha irmã por parte de pai, mas não por parte de mãe” (Gênesis 20:12, NVI). A parte verdadeira não tornava honesta a intenção de enganar. O medo que tinha falado no Egito falou outra vez.

Agora leia a primeira frase do capítulo seguinte, logo depois da queda de Gerar: “O Senhor foi bondoso com Sara, como lhe dissera, e fez por ela o que prometera” (Gênesis 21:1, NVI). Sara engravidou “na época fixada por Deus em sua promessa” (Gênesis 21:2, NVI), e Isaque nasceu quando Abraão tinha cem anos. Entre o erro repetido e o cumprimento da promessa, a Bíblia põe só a bondade do Senhor, que fez o que tinha dito.

Deus ouviu o menino

A alegria do nascimento trouxe outra dor. Sara pediu que Hagar e Ismael fossem mandados embora. “Isso perturbou demais Abraão, pois envolvia um filho seu” (Gênesis 21:11, NVI). Aqui o texto é claro sobre quem decidiu: “Mas Deus lhe disse: ‘Não se perturbe por causa do menino e da escrava. Atenda a tudo o que Sara lhe pedir, porque será por meio de Isaque que a sua descendência há de ser considerada’” (Gênesis 21:12, NVI). E acrescentou uma promessa: “Mas também do filho da escrava farei um povo; pois ele é seu descendente” (Gênesis 21:13, NVI).

Hagar saiu com o menino, e a água acabou no deserto. Então “Deus ouviu o choro do menino” (Gênesis 21:17, NVI). Ele abriu os olhos de Hagar, “e ela viu uma fonte” (Gênesis 21:19, NVI). E o texto diz, com uma simplicidade que consola: “Deus estava com o menino” (Gênesis 21:20, NVI). O Deus que viu Hagar da primeira vez viu de novo.

Fonte de pedra no deserto ao amanhecer, com um odre de couro apoiado ao lado
No deserto, Hagar chamou o Senhor de “o Deus que me vê” (Gênesis 16:13).

No monte, o Senhor proverá

Anos depois, veio a prova. “Tome seu filho, seu único filho, Isaque, a quem você ama, e vá para a região de Moriá. Sacrifique-o ali como holocausto num dos montes que lhe indicarei” (Gênesis 22:2, NVI). O texto conta essa subida com poucas palavras, e é com poucas palavras que devemos contá-la também. No caminho, o menino perguntou pelo cordeiro. “Respondeu Abraão: ‘Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho’. E os dois continuaram a caminhar juntos” (Gênesis 22:8, NVI).

Hebreus revela o que havia no coração de Abraão naquela subida: “Abraão levou em conta que Deus pode ressuscitar os mortos” (Hebreus 11:19, NVI). O homem que tinha mentido duas vezes por medo de morrer confiou, no monte, que Deus dá vida aos mortos. Foi Deus quem fez essa fé crescer entre Gerar e Moriá.

No alto do monte, o Anjo do Senhor o impediu: “Não toque no rapaz” (Gênesis 22:12, NVI). Abraão viu um carneiro preso pelos chifres num arbusto e o sacrificou “em lugar de seu filho” (Gênesis 22:13, NVI). Deu àquele lugar o nome de “O Senhor Proverá” (Gênesis 22:14, NVI).

Muitos séculos depois, Paulo escreveria palavras que ecoam esse monte: “Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?” (Romanos 8:32, NVI). Abraão foi poupado de entregar o filho. O Pai não poupou o seu. Jesus Cristo é o Cordeiro que Deus mesmo proveu, e morreu no nosso lugar. Todas as quedas de Abraão, e todas as nossas, só podem ser cobertas por esse sacrifício. É dele que fala o estudo Romanos 8: nenhuma condenação, nenhuma separação.

Depois do monte, Deus confirmou a promessa com juramento. “Quando Deus fez a sua promessa a Abraão, por não haver ninguém superior por quem jurar, jurou por si mesmo” (Hebreus 6:13, NVI). Ele fez isso para que, “por meio de duas coisas imutáveis nas quais é impossível que Deus minta, sejamos firmemente encorajados” (Hebreus 6:18, NVI). A promessa e o juramento. Os dois vêm de Deus, e nenhum depende de nós.

Amigo de Deus

Abraão “morreu em boa velhice, em idade bem avançada, e foi reunido aos seus antepassados” (Gênesis 25:8, NVI). Tinha cento e setenta e cinco anos (Gênesis 25:7). Morreu ainda estrangeiro na terra prometida, com um filho da promessa e uma multidão de estrelas por vir.

A Escritura lhe dá um título que atravessa os séculos. Um rei de Judá, em oração, fala dos “descendentes do teu amigo Abraão” (2 Crônicas 20:7, NVI). O próprio Deus diz pelo profeta: “descendentes de Abraão, meu amigo” (Isaías 41:8, NVI). E Tiago cita o mesmo Gênesis 15:6 e diz que, em Moriá, essa palavra se cumpriu: a fé que Deus tinha creditado como justiça mostrou-se viva. E conclui que Abraão “foi chamado amigo de Deus” (Tiago 2:23, NVI).

Paulo, olhando para essa vida inteira, chama Abraão de pai de todos os que creem (Romanos 4:11) e diz quem foi o Deus em quem ele creu: “o Deus que dá vida aos mortos e chama à existência coisas que não existem, como se existissem” (Romanos 4:17, NVI). E faz um resumo da fé de Abraão que surpreende quem acabou de ler as mentiras e a pressa com Hagar:

“Mesmo assim não duvidou nem foi incrédulo em relação à promessa de Deus, mas foi fortalecido em sua fé e deu glória a Deus, estando plenamente convencido de que ele era poderoso para cumprir o que havia prometido.”

Romanos 4:20-21 (NVI)

Repare em duas palavras: “foi fortalecido”. Quem fortaleceu a fé de Abraão foi Deus. E a certeza de Abraão estava posta no poder de Deus para cumprir o que tinha prometido.

Também humano: o mesmo erro, duas vezes

A Bíblia não conta a vida de Abraão como uma história sem manchas. Duas vezes, por medo, ele pôs Sara em perigo e a chamou de irmã. Com Hagar, aceitou um plano que nascia da pressa e depois se omitiu diante dos maus-tratos. Essas quedas tiveram consequências reais para pessoas reais: Sara levada para a casa de dois reis, Hagar fugindo grávida para o deserto.

A graça que você viu nesta história nunca foi licença para pecar. Paulo, depois de falar tanto da justiça pela fé, faz ele mesmo a pergunta: “Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma!” (Romanos 6:1-2, NVI). Quem entende o que custou a Deus cobrir o pecado passa a odiar o pecado e a cuidar das pessoas que ele fere.

Também vale dizer o que o texto não diz. Em Gênesis 21, a saída de Hagar e de Ismael aconteceu por ordem de Deus, com a promessa de cuidar do menino, e a Bíblia registra a dor de Abraão. Não temos o direito de pôr culpa onde a Escritura pôs obediência.

O que aprendemos com Abraão

  1. Deus declara justo quem crê nele: Abraão foi declarado justo quando creu na promessa, antes de Isaque e antes de Gerar. Deus “justifica o ímpio” (Romanos 4:5, NVI). Para nós, essa justiça é a de Cristo, recebida pela fé, e ela não oscila com as nossas quedas.
  2. A promessa se apoia em Deus: foi Deus quem passou sozinho entre os pedaços e jurou por si mesmo. As suas falhas não são maiores que a palavra dele. Mas ferem quem está perto: confesse a Deus, peça perdão a quem você machucou e repare o que for possível.
  3. É Deus quem faz a fé crescer: o homem que mentiu em Gerar subiu o Moriá confiando no Deus que dá vida aos mortos. Esse crescimento foi obra de Deus nele. Fique perto dos meios que Deus usa para fortalecer a fé: a leitura da Palavra, a oração e a comunhão da igreja.

Perguntas para reflexão

  1. Qual erro repetido faz você duvidar de que Deus ainda conta você entre os seus?
  2. Na noite da aliança, quem passou entre os pedaços foi só Deus. O que muda em você saber que a promessa dele se apoia na palavra dele?
  3. Há alguém ferido pelas suas quedas a quem você precisa pedir perdão ou ajudar a reparar o que for possível?

Oração

Senhor, eu caí de novo, e tu sabes onde. Não quero chamar de pequeno o que eu fiz, nem esquecer quem se feriu por causa de mim. Mas venho a ti como Abraão veio: sem história limpa, com fé na tua promessa. Eu te agradeço porque em Cristo tu me justificas e porque a tua palavra não depende da minha constância. Dá-me coragem para pedir perdão e reparar o que for possível. Fortalece a minha fé, como fortaleceste a de Abraão, e guarda-me perto da tua Palavra. Amém.

Fontes e para ler mais

  • Augustus Nicodemus Lopes. Abraão, o pai da fé: a mensagem de Gênesis 12-25 para a igreja de hoje. São Paulo: Vida Nova, 2023.
  • Derek Kidner. Gênesis: introdução e comentário (Série Cultura Bíblica). São Paulo: Vida Nova, 1979.
  • John Stott. A mensagem de Romanos (A Bíblia Fala Hoje). São Paulo: ABU Editora, 2000.
  • Douglas J. Moo. Romanos: comentário exegético. São Paulo: Vida Nova, 2023.
  • João Calvino. Commentaries on the First Book of Moses called Genesis. Trad. John King. Calvin Translation Society, 1847 (em inglês).
  • C. F. Keil e F. Delitzsch. Biblical Commentary on the Old Testament: The Pentateuch, vol. 1. Trad. James Martin. Edimburgo: T&T Clark, 1866 (em inglês).
  • O Código de Hamurábi, leis 144 a 146. Trad. inglesa de L. W. King. The Avalon Project, Yale Law School (em inglês).

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